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Produção industrial baiana cresce 4,9% e lidera o país em novembro de 2020

Produção industrial baiana cresce 4,9% e lidera o país em novembro de 2020

15/01/2021 15h10 Atualizada há 6 anos atrás
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Em novembro de 2020, a produção industrial (de transformaçãoe extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, cresceu 4,9% frente aomês imediatamente anterior, a taxa mais acentuada entre os 15 locaispesquisados pelo IBGE. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústriabaiana assinalou crescimento de 1%. As informações, divulgadas nestaquinta-feira (14), fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do InstitutoBrasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sistematizadas e analisadas pelaSuperintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquiavinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).

“Esse resultado reflete a retomada mais forte do setorindustrial da Bahia após interrupções nas atividades por conta dos efeitoscausados pela pandemia da Covid-19. Lideramos o país em novembro com estecrescimento de 4,9%, que foi, inclusive, acima do índice nacional de 1,2%,nesta mesma base de comparação”, ressalta o secretário estadual doPlanejamento, Walter Pinheiro.

No acumulado do ano, devido às consequências da pandemia doCoronavírus, a indústria baiana registrou queda de 6,1% em relação ao mesmoperíodo do ano anterior. O indicador no acumulado dos últimos 12 mesesapresentou redução de 5,9%, frente ao mesmo período anterior.

No confronto de novembro de 2020 com igual mês do anoanterior, a indústria baiana apresentou crescimento de 1%, com seis das 12atividades pesquisadas, assinalando aumento da produção. A principalcontribuição positiva foi de Produtos químicos (67,3%), influenciada,principalmente, pela maior fabricação de etileno não saturado, polietilenolinear, propeno não saturado e princípios ativos para herbicidas. Outrossetores que apresentaram resultados positivos foram: Celulose, papel e produtosde papel (7,2%), Derivados de petróleo (1,1%), Bebidas (12,6%), Couro, artigospara viagem e calçados (3,1%) e Produtos minerais não metálicos (3,3%).

Foto: Elói Corrêa/GOVBA.

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