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Marcelinho diz que disseminação de ‘fake news’ perdeu controle e ameaça democracia

Marcelinho diz que disseminação de ‘fake news’ perdeu controle e ameaça democracia

30/03/2021 09h31 Atualizada há 5 anos atrás
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Marcelinho diz que disseminação de ‘fake news’ perdeu controle e ameaça democracia


Estimular violência e atos antidemocráticos, difundirnotícias falsas (fake news), ódio, mentiras e calúnias foram tidos pelodeputado estadual Marcelinho Veiga (PSB) como problemas que ameaçam diretamentea democracia brasileira. Nesta terça-feira (30), após mais uma enxurrada de‘fakes’ para atacar o governador Rui Costa (PT) sobre a ação policial queresultou na morte de um soldado em Salvador, o parlamentar voltou a cobrarmedidas urgentes. A narrativa que tentam emplacar é a que o policial estaria serebelando contra o ‘lockdown’. Políticos com mandatos e ligados ao presidenteJair Bolsonaro (sem partido) são apontados como disseminadores desse enredo.

“Querem atribuir a morte do policial que surtou ao governobaiano. Estão cometendo um crime atrás do outro. Até agentes políticos estãoespalhando mentiras, tentando derrubar mandatos democraticamente eleitos,investem em manipulação para atacar a ordem pública e são ligados ao Palácio doPlanalto. Precisamos retomar o controle e cobrar das autoridades providênciasurgentes contra esses crimes. Chegamos ao ápice do absurdo com a politização damorte de um trabalhador para questionar medidas de segurança sanitária que seugrupo político não concorda. Não podemos considerar isso normal”, reforça oparlamentar, que é o segundo vice-presidente da Assembleia Legislativa (Alba).

Na última segunda-feira (29), 16 governadores de diferentesregiões do país emitiram uma carta pública onde cobraram medidas e apontarampara a tentativa de incitação a crimes por políticos ligados ao presidente daRepública. As deputadas federais Bia Kicis (PSL-DF) e Carla Zambelli (PSL-SP) eo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), divulgaram inúmeras informaçõesfalsas após a morte do soldado PM Wesley Soares Góes. No surto, Góes efetuoudiversos disparos com arma de grosso calibre, em frente ao Farol da Barra, emSalvador, contra guarnições policiais e acabou sendo neutralizado e morreu noHospital Geral do Estado (HGE).

Por: Vitor Fernandes.

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