O passar dos anos nos traz umacerteza incomoda. É que os amigos vão partindo e muitos deles nem conseguimosdar um abraço antes ou dizer o quanto admiramos.
Eu hoje acordei e recebi anotícia de que Fábio Novaes tinha falecido. Ainda tenho poucas informações doacontecido, e isto não importa agora. Agora eu quero relembrar o nosso último encontroaqui em casa quando ele, como uma tempestade de ideias falava o que poiamos,juntos, fazer para melhorar a Live na Laje que estava sendo feita aos domingose que mobilizava a cidade através das redes sócias.
Foi uma conversa de horas eentre sorrisos, lembranças de histórias vividas no munda do entretenimento esonhos do que ainda poderia ser feito, nos esbaldamos falando, mais do que deuerrado nas produções artísticas feitas do que naquilo que acertamos.
Fábio foi um sonhador erealizador de sonhos de muitos. Sócio de uma empresa de ornamentação pública,por muitos anos embelezou as ruas de Paulo Afonso e transformou a paisagem depraças da cidade no período dos Natais.
Ele nunca escondeu suamilitância política por um mundo mais justo. Se não, por sua condição deempresário do entretenimento, podia expressar publicamente duas opiniões,quando conversávamos via nele a empolgação de que o sonho não acabou.
Que este contador de históriastenha um lugar reservado ao lado do Pai e que suas lembranças fiquempreservadas em nossas memórias.
Fábio Novaes, Presente!
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