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Produção Mineral Baiana Comercializada cresce R$ 41 milhões em janeiro de 2022

Produção Mineral Baiana Comercializada cresce R$ 41 milhões em janeiro de 2022

03/03/2022 11h43 Atualizada há 5 anos atrás
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Produção Mineral Baiana Comercializada cresce R$ 41 milhões em janeiro de 2022

A Produção Mineral Baiana Comercializada (PMBC) teve umaumento de R$ 41 milhões, em janeiro de 2022, em comparação a janeiro do anoanterior, chegando a R$ 655 milhões. Os três principais municípios com maiorparticipação são: Jacobina, Itagibá e Barrocas, com 50% de colaboração. Asinformações constam do Sumário Mineral da Secretaria de DesenvolvimentoEconômico (SDE), de janeiro deste ano.

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados(CAGED), atualmente, a Bahia tem em estoque 16 mil empregos formais na extraçãode minerais metálicos, não metálicos e atividades de apoio (exceto Petróleo eGás). "Isso nos confirma que o setor mineral baiano tem muita força nageração de empregos e no desenvolvimento socioeconômico", destaca osecretário de Desenvolvimento Econômico da SDE, Nelson Leal.

Entre os principais bens minerais produzidos no Estado daBahia estão o Ouro, com 31%, e o Níquel, com 21%. Em relação à participação dosprincipais municípios na Produção Mineral Baiana Comercializada, Jacobina ficoucom 23%, Itagibá com 21% e Barrocas com 6%. O Sumário revela três principaisbens minerais exportados, como o Ouro, a Magnesita e o Vanádio. Já osimportados são o Cobre, o Titânio e o Fosfatos.

Somente com a Compensação Financeira pela Exploração Mineral(CFEM) os municípios receberam em janeiro de 2022 R$ 6,8 milhões. Os quatroprincipais foram: Itagibá, Jacobina, Sento Sé e Barrocas.

Foto: Divulgação/Atlantic Nickel.

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