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Associação quilombola de Paratinga começa a entregar sequilhos por meio do PNAE

Associação quilombola de Paratinga começa a entregar sequilhos por meio do PNAE

29/08/2022 10h54 Atualizada há 4 anos atrás
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Associação quilombola de Paratinga começa a entregar sequilhos por meio do PNAE

Um projeto que começou do zero e agora já entrega produtosderivados da mandioca a escolas públicas estaduais, lotadas no município deParatinga. Essa é a definição do trabalho realizado por agricultoras familiaresda Associação Remanescente Quilombola Lagoa do Jacaré, do município deParatinga, território de identidade Velho Chico.

No local, são 31 agricultoras que, hoje, produzem sequilhospara três contratos realizados por meio do Programa Nacional de AlimentaçãoEscolar (PNAE) e, também, para alguns mercados do município. O avanço aconteceupor causa da construção de uma unidade de processamento de derivados demandioca no local, além da assistência técnica e extensão rural (ATER) prestada pela Fundação de Desenvolvimento Integradodo São Francisco (Fundifran), com o acompanhamento da Agente Comunitária Rural(ACR) da comunidade, Elane Teles.

“O projeto começou do zero porque eles não tinham estruturaantes. Agora, além da agroindústria equipada, eles buscaram uniformes eprodutos com rótulos e tabela nutricional”, explicou Elane.

Com a entrega do equipamento, no fim de 2021, a unidadepassou a produzir biscoitos de polvilho e outros sequilhos derivados damandioca. Os investimentos foram feitos por meio do Bahia Produtiva, projetoexecutado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresapública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), comcofinanciamento do Banco Mundial.

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