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Apesar da perda de 16.349 postos de trabalho em dezembro, a Bahia registrou saldo positivo de 120.446 vagas em 2022

Apesar da perda de 16.349 postos de trabalho em dezembro, a Bahia registrou saldo positivo de 120.446 vagas em 2022

02/02/2023 07h40 Atualizada há 4 anos atrás
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Apesar da perda de 16.349 postos de trabalho em dezembro, a Bahia registrou saldo positivo de 120.446 vagas em 2022

Em dezembro, segundo o Cadastro Geral de Empregados eDesempregados (Caged), a Bahia exibiu uma perda líquida de 16.349 postos comcarteira assinada, decorrente da diferença entre 54.442 admissões e 70.791desligamentos. Trata-se, portanto, do único mês com saldo negativo no ano. Comeste resultado, o estado passou a contar com 1.918.098 vínculos celetistasativos, uma variação negativa de 0,85% sobre o quantitativo do mês anterior. Acapital do estado, Salvador, registrou um saldo negativo de 5.116 postos detrabalho celetista.

De responsabilidade do Ministério do Trabalho e Previdência,os dados do emprego formal foram sistematizados pela Superintendência deEstudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretariado Planejamento do Estado da Bahia (Seplan).

No mês, o Brasil computou um saldo negativo de 431.011vagas, enquanto o Nordeste registrou uma perda líquida de 52.018 postos – o querepresentou quedas relativas de 1,00% e 0,73% comparativamente ao estoque domês anterior, respectivamente. Ao todo, todas as 27 unidades federativas dopaís apontaram decrescimento do emprego celetista em dezembro de 2022.

Em termos absolutos, do maior ao menor saldo, a Bahia, com16.349 vínculos formais eliminados, ocupou a última posição entre os estadosnordestinos no mês. Dentre os entes federativos, ficou na 22ª colocação. Emtermos relativos, do menor ao maior recuo proporcional, com queda percentual de0,85%, o estado se situou na sexta posição no Nordeste e na nona no país.

 

 

 

No Nordeste, com encolhimento do número de postos formais emtodos os estados da região em dezembro, Sergipe (-1.283 postos) exibiu a menorretração. Em seguida, por ordem crescente da perda, vieram Paraíba (-2.344vagas), Rio Grande do Norte (-2.965 postos), Piauí (-3.902 postos), Alagoas(-3.911 vagas), Maranhão (-4.874 vínculos), Ceará (-7.004 vagas), Pernambuco(-9.386 postos) e Bahia (-16.349 postos).

Do ponto de vista da variação relativa mensal do estoque, oestado de Sergipe (-0,43%), também o de menor recuo proporcional da região, foiacompanhado por Paraíba (-0,51%), Ceará (-0,55%), Rio Grande do Norte (-0,64%),Pernambuco (-0,69%), Bahia (-0,85%), Maranhão (-0,85%), Alagoas (-098%) e Piauí(-1,23%).

Na Bahia, em dezembro, todos os cinco grandes grupamentos deatividades econômicas registraram saldo negativo de postos de trabalhoceletista. O segmento de Comércio; reparação de veículos automotores emotocicletas (-591 postos) foi o que menos encerrou vínculos dentre os setores.Em seguida, Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura(-3.014 postos), Serviços (-3.209 vínculos) e Indústria geral (-3.918 vagas)também foram responsáveis pela perda líquida de postos. Por fim, Construção(-5.617 postos) foi o segmento que apresentou a maior perda.

No agregado dos 12 meses de 2022, levando em conta a sérieajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, a Bahiapreencheu 120.446 novas vagas – aumento de 6,70% em relação ao total devínculos celetistas do início do mesmo ano. O município de Salvador, por suavez, registrou 33.666 novos postos no período. O crescimento do empregoceletista também foi observado no Brasil e no Nordeste no acumulado do ano, com2.037.982 e 385.094 novas vagas, respectivamente.

Ainda em termos de saldo acumulado no ano, a unidadefederativa baiana continuou à frente das demais do Nordeste, com Pernambuco(+68.912 postos) e Ceará (+67.011 postos) na segunda e terceira posições,respectivamente. Entre as unidades da Federação, o estado se posicionou naquarta colocação. Todos os estados do país registraram saldos acumuladospositivos no período. Em termos proporcionais, a Bahia, com alta de 6,70% noano, ficou na segunda posição dentro da região nordestina, seguindo o estado doMaranhão (+7,70%). No país como um todo, o desempenho relativo baianoposicionou o estado na nona colocação.

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