Durante a folia, as instituições que compõem o colegiadoregistraram nove denúncias de racismo na capital baiana. A Sepromi realizoucampanha educativa de prevenção e combate ao racismo, com a distribuição dematerial informativo na rodoviária, aeroporto, circuitos oficias e bairros comprogramação festiva.
Além disso, a unidade móvel do Centro de Referência NelsonMandela marcou presença no circuito Barra-Ondina, realizando mais de 160atendimentos. O serviço contou com uma equipe multidisciplinar para receber asvítimas de racismo, registrar os casos e acionar instituições parceiras. Asdenúncias também puderam ser realizadas por telefone e no Plantão Integrado dosDireitos Humanos, na sede do Procon, situada na Avenida Carlos Gomes.
"Dos nove casos de racismo registrados no Carnaval,dois resultaram em prisões em flagrante. Isso demonstra a importância dedenunciarmos para que quem cometeu o crime seja punido exemplarmente",destaca a titular da Sepromi, Ângela Guimarães, que participou doencontro.
Articulação interinstitucional – A Rede de Combate aoRacismo e à Intolerância Religiosa do Estado da Bahia, coordenada pela Sepromi,é composta por instituições do poder público, universidades federais eestaduais, órgãos que formam o Sistema de Acesso à Justiça e um conjunto deorganizações da sociedade civil de Salvador e do interior. Tem o objetivo deaumentar o grau de resolutividade dos casos de combate ao racismo e àintolerância religiosa, promover a igualdade racial e garantir os direitos dapopulação negra, por meio da atuação integrada dos seus componentes.
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