Muito provavelmente o leitorjá ouviu ou leu sobre o termo “Cabide de Emprego”. A expressão é muitoutilizada quando se pensa em nepotismo (empregar parentes), indicaçõespolíticas e ocupação de cargos por “apadrinhados” em alguns setores ou empresasinteiras. Mas este, muito provavelmente, não é o caso na Câmara de Vereadoresde Paulo Afonso na Bahia.
É que lá, estão empregados 265funcionários, entre efetivos, cargos comissionados e os vereadores. São 15 oseleitos e que tomaram posse no último pleito eleitoral de 2020 com valorsalarial de R$ R$ 12.661,12. Para eles ainda tem, diárias para viagens a trabalhoe a disposição do presidente uma Toro com abastecimento..
Já os funcionários quedeveriam dar hora de trabalho nos gabinetes dos vereadores, são poucos a seremvistos na casa legislativa. Para averiguar a situação basta que qualquer pessoafaça uma visita no local. Tem dias que de tão abandonados, os gabinetes nãoentram nem moscas.
Os gastos com esse “cabide deemprego” é de R$ 756.246,53 (setecentos e cinquenta e seis mil, duzentos equarenta e seis reais e cinquenta e três centavos). E não seria muito se todosos nomeados trabalhassem para o benefício da população.
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