O decreto de contenção de gastos, segundo o prefeito, foi motivado pela “grave crise financeira que assola o país, o estado e o município”, pela “queda acentuada das receitas municipais” e pela “necessidade de manter o equilíbrio das contas públicas”. O que, pelo visto, não se aplica a escritórios de advocacias.
No entanto, a contratação de dois escritórios de advocacia por valores elevados logo após o decreto de contenção de gastos gerou questionamentos sobre a coerência e a transparência da gestão municipal. Alguns moradores de Canindé de São Francisco manifestaram nas redes sociais a sua indignação com o que consideram um desperdício de dinheiro público. “Enquanto isso, a saúde, a educação e a infraestrutura do município estão abandonadas”, escreveu um internauta. “Isso é um absurdo, uma falta de respeito com o povo que paga os impostos”, comentou Missinho Balbino, militante histórico do Partido dos Trabalhadores
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