Olha só as perguntas dos repórteres de TV (cada pergunta inacreditável!!):
Repórter: Como a senhora se sente vendo ser filho morto? Realmente, a mãe deve se sentir ótima vendo o filho morto...
Repórter: A arma que o assaltante estava usando era branca ou preta? Qual era o calibre da arma? (Pergunta para a passageira, que supostamente o repórter pensou que era perita em armas).
Repórter pergunta ao morto se está confortável no caixão?
Repórter: Sua casa desabou, você perdeu os móveis?
Repórter: O que você sentiu na hora do atropelo?
Entrevistado: Me senti ótimo. Você já foi atropelado?
A repórter, ao vivo, fazendo matéria na Rodoviária, informou com toda 'precisão': "Acho que a quantidade de ônibus era 300, se não estou enganada". Ora, se não tinha segurança sobre a informação, porque fala?
Realmente, está difícil cada vez mais assistir aos jornais. Principalmente, ao ligar a televisão em determinados canais que só mostram violência. Não se tem uma pauta positiva, uma construção de informação cultural que gere entusiasmo, conhecimento e, o mais importante, informação precisa e direta.
Por: Regina Ferreira - Ex-pres. do Sinjorba.
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