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Em Meio a Lixo e Cachorradas o Ano Está Chegando ao Fim

Em Meio a Lixo e Cachorradas o Ano Está Chegando ao Fim

02/12/2024 16h44 Atualizada há 2 anos atrás
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Em Meio a Lixo e Cachorradas o Ano Está Chegando ao Fim

Ah, os últimos dias de 2024! Um ano que se despede com a graça de um palhaço cansado, em meio a uma platéia ora apática, ora histérica.

Biden, senil e perdido nos próprios discursos, Putin jogando o mundo na roleta russa nuclear e, o golpe de mestre, ameaçando cortar a internet global. E lá está a humanidade, agora realmente assustada, como se a verdadeira bomba fosse o fim do TikTok e instagram. A ironia nunca esteve tão em alta. Cabeças de vento!

Enquanto isso, o conde Drácula da política local – ele mesmo, o prefeito – segue tranquilo, parecendo ignorar que administra um barco, por ele, furado. Quem vê de fora poderia até pensar que Paulo Afonso foi atingida por uma bomba de dívidas, tamanha a desorganização fiscal. Os números são de assustar: gastos exorbitantes e credores a ver navios. Uma população cada vez mais descrente. Lá o que falta em gestão, sobra em calor e dívidas.

E o povo fez a aposta no novato Galo. Em 2025 ele terá que saltar para a "Rinha Paulo Afonso" mais afiado do que nunca. De crista erguida e esporões prontos, o desafio é monumental. Não bastará apenas lutar contra os adversários de sempre – a corrupção, a má gestão, a falta de planejamento – mas também contra o desânimo que vem se instalando no coração do povo. Já não acreditam em quase nada!

Enquanto o déficit cresce e os serviços públicos colapsam, a pergunta que paira é: será que ainda há como virar esse jogo? Ou será que a única saída será mesmo desligar a energia – e rezar para que as dívidas desapareçam no escuro? Ops, neste quesito o apagão digital que Putin diz que irá fazer poderá resolver o problema. Mas nem isso pois a prefeitura de Paulo Afonso ainda é totalmente analógica, vive no século passado digital. E não é por falta de recursos...

Mas tudo isso é um lembrete de que o caos não precisa de uma guerra para reinar. Às vezes, tudo que ele precisa é de uma má administração ou a condução de um conde.

Por: Luciano Júnior

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