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O escândalo que expõe o caos na gestão de Machadinho em Canindé

O escândalo que expõe o caos na gestão de Machadinho em Canindé

30/04/2025 15h19 Atualizada há 1 ano atrás
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O escândalo que expõe o caos na gestão de Machadinho em Canindé

Em Canindé de São Francisco, Sergipe, a população enfrentaum dilema que vai além da falta de recursos: é a ausência de humanidade nagestão pública que assombra o município. Nesta terça-feira (30), no PovoadoCapim Grosso, uma cena chocante revelou o descalabro. Uma criança, com doresintensas e convulsões, precisava urgentemente de transporte para o hospital.Havia uma ambulância, mas ninguém para dirigi-la. 

Na ausência do poder público, coube a um morador anônimotomar a frente. Pegou as chaves do veículo, assumiu o volante e conduziu acriança até o hospital, salvando sua vida. "Deus o abençoe", ecoaramos presentes, entre alívio e revolta. 

O episódio não é isolado. Sob o comando do prefeito MachadoBarbosa (União Brasil), conhecido como Machadinho, Canindé vive uma sequênciade desmandos. O ditado "casa abandonada não se sustenta de pé" pareceguiar a administração local. Se antes havia esperança, hoje restam denúncias dedescaso em setores essenciais, como saúde e infraestrutura. 

Enquanto o anonimato do motorista voluntário vira símbolo desolidariedade, a prefeitura mantém silêncio. Como justificar a falta de umprofissional em um serviço crítico? Por que vidas dependem da sorte de umcidadão corajoso? 

A pergunta que ecoa nas ruas é incômoda: Até quando Canindéserá refém da incompetência? O caso da ambulância parada não é apenas um erroburocrático — é um retrato de uma gestão que virou as costas para seupovo. 

A população exige respostas. Se a atual administração nãoconsegue garantir o básico, quem pagará pelo próximo desastre? EnquantoMachadinho se cala, a comunidade aprende uma lição dura: em Canindé, aesperança está nas mãos de vizinhos, não no prefeito. 

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