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Escola bate ponto em tempo integral e governo dá “Olé” na desigualdade

Escola bate ponto em tempo integral e governo dá “Olé” na desigualdade

25/08/2025 08h26 Atualizada há 1 ano atrás
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Escola bate ponto em tempo integral e governo dá “Olé” na desigualdade

Entre as tantas manchetes carregadas de promessas que onoticiário político costuma entregar, uma vem ganhando corpo na Bahia sem muitoalarde, mas com impacto concreto, a expansão da educação em tempo integral. Soba batuta do governador Jerônimo Rodrigues, o estado vem acelerando aimplantação de escolas que oferecem jornada ampliada, garantindo mais horas deaprendizado, alimentação completa e atividades culturais e esportivas para osestudantes.

Em um cenário em que parte da juventude ainda é tragada pelaevasão escolar e pela falta de oportunidades, o modelo surge como antídotosilencioso, e estratégico, contra desigualdades históricas. Só neste semestre,novas unidades foram entregues em diferentes regiões, com estruturas modernas,bibliotecas arejadas e laboratórios equipados. Professores e diretores relatamque a permanência dos alunos por mais tempo na escola não apenas melhora orendimento, mas também afasta o risco de exposição à violência e ao trabalhoinfantil.

Jerônimo, que já foi professor e gestor na área, aposta naeducação como “política de futuro”, conectando o programa ao seu discurso dedesenvolvimento social. A presença do governador nas inaugurações, conversandocom alunos e pais, reforça a imagem de proximidade que sua gestão cultiva.“Quando a gente entrega tempo integral, está entregando mais que aula, estágarantindo proteção, alimentação e cultura”, disse ele em um dos eventosrecentes.

Especialistas ouvidos pela reportagem destacam que, emboraos resultados mais robustos levem tempo para aparecer, o impacto imediato nacomunidade escolar é visível. O aluno que passa o dia na escola encontra umespaço de pertencimento e novas perspectivas, e isso, para muitas famílias, jáé uma revolução.

Enquanto opositores tentam rotular o programa como promessainflada, a adesão das comunidades sugere o contrário. A cada nova inauguração,as fotos das escolas cheias e a energia dos estudantes se transformam emimagens poderosas, que circulam nas redes e alimentam o capital político dogoverno.

No jogo político, pode até parecer um movimento discreto.Mas na vida real de milhares de crianças e adolescentes, a educação em tempointegral já está mudando o placar. E, pelo visto, essa partida o governo daBahia entrou para ganhar.

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