A operação “Pixão de Ouro”, apelido dado nas rodas políticasde Brasília, veio à tona após relatórios internos apontarem o que técnicoschamam de “execução sem transparência”. Para o leitor comum, traduzindo, granaenviada, plano de trabalho inexistente, e pouco ou nada comprovado em benefícioreal à população.
O Palácio do Planalto não demorou a reagir. A orientação dopresidente Lula foi clara, abrir o cofre só com contrapartida comprovada, ereforçar a fiscalização para que o dinheiro saia do papel e se transforme emobra, equipamento ou serviço. “Não vamos permitir que esses recursos viremmoeda de troca eleitoral”, resumiu um aliado próximo do Planalto.
Especialistas apontam que o modelo de emendas Pix, criadopara dar mais agilidade, acabou se tornando terreno fértil para desvios emalandragem política. Mas, com a pressão federal e o cerco do Tribunal deContas da União, prefeitos e parlamentares já sentem que a farra pode ter diascontados.
A população, que vê as cifras astronômicas no noticiário, sepergunta como é que quase setecentos milhões de reais conseguem sumir semlevantar poeira? Talvez porque, até agora, ninguém estava olhando direito.Agora está. E Lula quer transformar essa “faxina” em exemplo de que a políticapode, sim, ser feita com decência, até quando o escândalo já bate à porta.
Eleições Rui diz que Bahia não pode perder oportunidade de seguir de mãos dadas com Lula
Bahia Jerônimo é aprovado por 57% dos baianos, diz Quaest
Bahia Jerônimo dispara e deixa rivais na poeira
Bahia Jerônimo turbina plano “Bahia pela paz”
Eleições Jerônimo bate 51% e cala oposição
Debates Neto se enrola e Jerônimo mostra obras Mín. 24° Máx. 37°
Mín. 21° Máx. 37°
Tempo limpoMín. 18° Máx. 34°
Tempo limpo