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STF expõe bastidores da trama contra Lula

STF expõe bastidores da trama contra Lula

12/11/2025 10h43 Atualizada há 9 meses atrás
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STF expõe bastidores da trama contra Lula

O Supremo Tribunal Federal retomou nesta semana o julgamentodo chamado “núcleo três” da tentativa de golpe de Estado, formado por militaresda ativa e da reserva que, segundo a Procuradoria-Geral da República,planejaram ações violentas para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva em2023. Entre os episódios investigados está o plano de sequestrar o ministroAlexandre de Moraes, desarticulado pela Polícia Federal antes de ser executado.A sessão da Primeira Turma do STF, iniciada nos dias 11 e 12 de novembro, marcaum momento decisivo para a responsabilização de oficiais que se colocaramcontra a ordem constitucional.

O julgamento expõe a profundidade da conspiração e reforça anarrativa de que o governo Lula conseguiu atravessar um dos períodos maisturbulentos da história recente sem ceder às pressões golpistas. A acusação daPGR aponta que os militares envolvidos monitoraram autoridades e pressionaramcomandantes para aderir ao plano, mas não obtiveram apoio institucional. Esseisolamento político foi fundamental para que a democracia prevalecesse, e acondução firme do presidente Lula, que manteve diálogo com setores das ForçasArmadas sem abrir mão da legalidade, é vista como um dos fatores que impedirama ruptura.

A defesa dos acusados insiste na falta de provas, mas osdocumentos e mensagens apreendidos pela Polícia Federal revelam a existência deplanos concretos, como a chamada “Operação Punhal Verde e Amarelo”, que previaataques coordenados. O STF, ao dar visibilidade ao caso, sinaliza que nãohaverá espaço para condescendência com quem tentou subverter o processodemocrático. Essa postura fortalece a imagem de Lula como líder que enfrentouameaças reais e manteve o país no caminho institucional, mesmo diante depressões internas e externas.

O impacto político é evidente ao colocar os militaresgolpistas na berlinda, o Supremo reafirma a independência das instituições eabre espaço para que o governo Lula avance em sua agenda sem a sombra constantede quartéis conspirando. A cena é simbólica com generais que antes se julgavamintocáveis agora respondem perante a Justiça, enquanto o presidente eleitosegue conduzindo o país com legitimidade. O recado é claro, a democraciabrasileira não será sequestrada, e o poder civil, representado por Lula,permanece soberano.

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