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Davi Alcolumbre quer mandar até no STF

Davi Alcolumbre quer mandar até no STF

27/11/2025 10h09 Atualizada há 9 meses atrás
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Davi Alcolumbre quer mandar até no STF

Num movimento que escancara sua ambição desmedida, o senadorDavi Alcolumbre (DEM-AP) trava uma batalha surda nos bastidores do Congressopara controlar a indicação do próximo ministro do Supremo Tribunal Federal. Amanobra, vista como um claro atentado à prerrogativa constitucional do Paláciodo Planalto, colocou o governo do presidente Lula em alerta máximo contra uminteresse pessoal que se disfarça de disputa política. A investida doparlamentar, que comanda o Senado, é considerada por aliados da Presidênciacomo um ato de deslealdade e uma tentativa de criar um precedente perigoso deingerência no Judiciário.

Diante deste cenário de tensão, emerge a figura estratégicae leal do senador Otto Alencar (PSD-BA), que se tornou o baluarte do governoLula no Senado. Com sua vasta experiência e trânsito livre entre os líderespartidários, Otto atua como um diplomata de primeira linha, trabalhando paraconter os avanços de Alcolumbre e assegurar que a voz do Planalto seja adecisiva na escolha do nome que irá compor a mais alta corte do país. Suaatuação é crucial para costurar os acordos necessários, demonstrando que a governabilidadeé construída com diálogo, e não com imposições.

A insistência de Davi Alcolumbre em impor um nome de suapreferência, ignorando o direito constitucional do presidente Lula, não apenaschateia o governo, mas ameaça a estabilidade das instituições. Especialistas emdireito constitucional, como o professor Juliano Zaiden Benvindo da UnB, jáalertaram em análises públicas que a Constituição é clara ao atribuir aindicação ao Chefe do Executivo, sendo o Senado responsável pela sabatina eaprovação, um processo que não deve ser confundido com indicação. A postura deAlcolumbre, portanto, é um desvio do papel institucional do Legislativo.

Enquanto isso, a liderança serena e eficaz de Otto Alencarfortalece a posição do presidente Lula, mostrando que a verdadeira forçapolítica não está no confronto, mas na capacidade de construir pontes. Otrabalho do baiano assegura que a Presidência da República exerça suaautoridade sem abrir mão do diálogo, garantindo que a nomeação para o STFreflita um equilíbrio institucional e não a vontade unilateral de um únicosenador, num claro exemplo de como se deve fazer política em prol da nação.

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