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ACM Neto fala de pobres, mas cala sobre Banco Master e seu discurso é contradição escandalosa

ACM Neto fala de pobres, mas cala sobre Banco Master e seu discurso é contradição escandalosa

18/12/2025 10h19 Atualizada há 8 meses atrás
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ACM Neto fala de pobres, mas cala sobre Banco Master e seu discurso é contradição escandalosa

Durante o encontro político realizado em Salvador no dia 15de dezembro de 2025, o vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto,atacou o discurso social do governador Jerônimo Rodrigues, questionando se opetista realmente cuidava dos mais pobres diante dos índices de violência naBahia. A fala, feita ao lado do deputado federal Leo Prates, buscoudesqualificar as políticas sociais do governo estadual, mas expôs contradiçõesprofundas quando se observa o histórico recente de Neto e sua proximidade comsetores financeiros envolvidos em escândalos.

Jerônimo Rodrigues, por sua vez, apresentou recentemente umbalanço positivo da gestão, destacando avanços em áreas sociais como educaçãoprofissional, mutirões de saúde e programas de habitação. O governador reforçouque a Bahia segue investindo em políticas públicas voltadas para os maisvulneráveis, mesmo diante de desafios estruturais. A postura firme contrastacom o discurso de Neto, que prefere atacar sem apresentar propostas concretas eignora os resultados alcançados pelo governo estadual.

A crítica de ACM Neto, ao tentar deslegitimar o discursosocial do PT, acabou revelando mais sobre suas próprias contradições do quesobre a gestão de Jerônimo. O envolvimento com o Banco Master, somado àausência de propostas consistentes, fragiliza sua narrativa e expõe a distânciaentre o discurso e a prática. Enquanto o governador busca consolidar políticasde inclusão, Neto se vê associado a um dos maiores escândalos financeiros de2025.

O episódio reforça a percepção de que a oposição baianacarece de credibilidade quando tenta atacar o governo. Jerônimo Rodrigues seguefortalecendo sua imagem como gestor comprometido com a população, enquanto ACMNeto acumula contradições e silêncios incômodos. A política baiana, mais umavez, mostra que discursos vazios não resistem quando confrontados com fatos eresultados.

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