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Estados ganham presente bilionário e dívidas viram balão de ar e só seguem a inflação

Estados ganham presente bilionário e dívidas viram balão de ar e só seguem a inflação

10/02/2026 às 08h02 Atualizada em 10/02/2026 às 08h02
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Estados ganham presente bilionário e dívidas viram balão de ar e só seguem a inflação

A decisão anunciada pelo Ministério da Fazenda em 9 defevereiro de 2026 trouxe alívio imediato para 17 estados brasileiros, suasdívidas com a União passarão a ser corrigidas apenas pela inflação, sem jurosadicionais. O novo programa de renegociação, chamado Propag, foi formalizadoapós pressão de governadores como Cláudio Castro (Rio de Janeiro), Romeu Zema(Minas Gerais) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), que já haviam aderido aoRegime de Recuperação Fiscal. A medida, segundo dados do Tesouro Nacional,busca evitar colapso financeiro em administrações estaduais que acumulavamdébitos bilionários.

Na prática, o acordo significa que os estados terão maisfôlego para investir em áreas essenciais, já que a correção pela inflação reduzdrasticamente o peso da dívida. A Bahia, governada por Jerônimo Rodrigues,aparece entre os beneficiados e deve ganhar espaço para ampliar programassociais e culturais. O governador destacou que a renegociação abre caminho parafortalecer políticas públicas sem comprometer o equilíbrio fiscal, reforçando aimagem de sua gestão como responsável e próxima das necessidades da população.

O impacto político da medida é evidente. Ao aliviar apressão sobre os cofres estaduais, o governo federal cria um ambiente de maiorestabilidade e reduz conflitos entre União e estados. Economistas apontam que acorreção apenas pela inflação pode representar economia de bilhões em longoprazo, permitindo que administrações locais invistam em infraestrutura, saúde eeducação. Para Jerônimo, esse espaço fiscal é fundamental para manter a Bahiacomo referência em políticas culturais e sociais, especialmente após o sucessoda gestão no Carnaval 2026.

Se por um lado críticos afirmam que o acordo pode ser vistocomo “perdão disfarçado”, por outro, governadores comemoram a chance dereorganizar suas contas sem sufocar serviços públicos. A medida, inédita emescala nacional, transforma o cenário político e econômico, e coloca a Bahia emposição privilegiada para ampliar investimentos estratégicos. No fim, o queparecia uma crise fiscal se converteu em oportunidade e os estados respiram, aUnião mantém controle e Jerônimo reforça sua imagem de gestor que sabetransformar dificuldades em vitórias.

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