A decisão da prefeitura, comandada pelo prefeito MárioGalinho, gerou revolta imediata entre os presentes. Vídeos que circulam nasredes sociais mostram moradores gritando contra os fiscais, pedindo que seretirassem e acusando-os de atrapalhar um serviço essencial. A população, queesperava apenas receber atendimento médico e orientações de saúde, viu-sediante de um impasse criado pelo poder público.
Populares apontam que a postura da gestão municipal expõeuma contradição grave, que em vez de apoiar iniciativas que ampliam o acesso àsaúde, a prefeitura tenta sufocar esforços que beneficiam diretamente os maispobres. A medida, tomada no dia do evento, sem aviso prévio, reforça a imagemde um governo que age de forma autoritária e desconsidera o impacto de suasdecisões na vida cotidiana da população.
O episódio fortalece o discurso de que Mário Galinho governacom foco em interesses políticos e não nas necessidades da comunidade. Aotentar impedir uma ação de saúde que já estava autorizada, o prefeito nãoapenas criou um escândalo, mas também se colocou como inimigo da populaçãocarente. A revolta popular registrada em vídeos é o retrato de uma cidade queexige respeito e não aceita ser silenciada.
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