Depois de um pequeno período de silêncio, estamos vendo as criticas novamente surgirem na mídia. E quem está por trás desta orquestração? Os amigos daqueles que não aceitam descer do salto. Temos na boca de cena o escritor João Ubaldo. Baiano de nascimento e carioca por opção. Desde a posse do atual Governador Jaques Wagner é visível à animosidade que ele demonstra para com o governante. Ele se tornou figurinha carimbada nas reclamações. Quase sempre deselegantes. O chororó dele não tem alvo. Tornou-se expert em todos os assuntos que precise de alguém para destilar veneno contra qualquer pessoa no Governo. Mas recentemente o ex-governador do PFL/DEM Paulo Souto, fez coro com os amigos e criticou diretamente o Secretário Meirelles. O danado disso é que ele teve a oportunidade de fazer o que agora critica e não fez. O Pelourinho era uma cachoeira a consumir dinheiro público, sempre com os mesmos produtores. Já os artistas que se dispunham a rezar na cartilha do malvadeza eram sempre presenteados com "ajudas" da Empresa Baiana de Alimentos – Ebal, através de patrocínios que estão sendo investigados. Hoje a Bahiatursa não é mais a mãe dessas “oportunidades” nefastas, que tanto mal fez aos cofres públicos. Então já está na hora dessas pessoas, ou compram a ficha e participam do jogo ou deixem o Márcio trabalhar.
Se há algo que se possa ser elogiado em primeiro lugar neste governo é a descentralização da Cultura na Bahia. Querer barrar isto que ai está é crime e como praticantes, estes senhores deveriam ser enquadrados por quem faz verdadeiramente a Bahia acontecer.
Se posso contribuir com algo para que a secretaria tenha um melhor desempenho, se é possível isto. Está na hora de ser criada uma diretoria/superintendência do Interior. Assim como foi criada a que cuida de preservar e divulgar melhor a cultura negra. O interior precisa de vozes que possam estar mais ligadas com suas carências e diretamente ligado ao gabinete do secretário. Os formadores ajudam mais não são a solução se não tiverem poder de resolver as demandas existentes não serviram.