Mas ele, deus da guerra, usade todas as suas estratégias para humilhar, antes de destruir, aqueles a quem persegue.Moro escolheu para a tarefa a que se preparou durante a sua vida uma horda quelhe dá apoio em suas peripécias.
Suas decisões, questionáveis doponto de vista da justiça, chamam a atenção de todos. Ele já mandou fazerescuta no telefone de uma presidenta em exercício, mandou fazer conduçãocoercitiva quando a pessoa nunca antes tinha se negado a depor, não mandou intimar uma pessoa alegando desconhecer o endereço dela. Neste caso, inocentou amesma dizendo não haver provas para tal, mesmo após em depoimento Cláudia Cruzter dito conhecer contas no exterior em seu nome. Deixando transparecer a todosque suas decisões são políticas e não justas.
E antes “intocável”, as suasdecisões começaram a ser questionadas, por advogados e membros da própria justiça.São prisões com fundamentos genéricos, violação a competência do SuperiorTribunal Federal, prisões irregulares, o exercício da defesa onde negou aosadvogados de réus o acesso a documentos de inquéritos, prisões irregulares e afalta de provas para condenações. Tudo já revisto na justiça pós “república deCuritiba”, e escondido pela grande imprensa para continuar o circo existente.
Moro, o Ares de Curitiba, vem destruindoo país desde que se iniciou a Operação Lava Jato. A economia encontra-se emestado crítico. Com empresas demitindo, fechando as suas portas e uma massa dedesempregados que, se não contida, logo, logo irá as ruas e transformará oBrasil em uma Espanha do ano de 2011, quando a população foi às ruasviolentamente.