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Vendas no comércio varejista baiano crescem 1,5 % em setembro

Vendas no comércio varejista baiano crescem 1,5 % em setembro

15/11/2019 07h21 Atualizada há 7 anos atrás
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Vendas no comércio varejista baiano crescem 1,5 % em setembro


As vendas no comércio varejista baiano cresceram 1,5% emsetembro de 2019, na comparação com igual mês do ano anterior. Na comparaçãocom agosto, o comércio varejista no estado registrou taxa positiva de 2,0%.Esses dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do InstitutoBrasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – realizada em âmbito nacional – eanalisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia(SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento.


“A recuperação desse setor da economia é extremamenteimportante, pois ele é intensivo em mão de obra, isso demostra o dinamismo danossa economia, que segue liderando a geração de empregos no Nordeste”,destacou o secretário do Planejamento, Walter Pinheiro.

O crescimento registrado nesse mês revela melhorias naconfiança dos consumidores e do mercado de trabalho. De acordo com os dados doCadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e sistematizadas pelaSEI, a Bahia gerou 4.565 novos empregos em setembro. Além da influência doefeito calendário, pois esse mês teve dois dias úteis a mais do que o mesmo mêsde 2018, da inflação que registrou queda, passando de 4,53% em set/18 para2,89% em set/19 no acumulado dos últimos 12 meses, e do efeito positivo daliberação do FGTS e PIS/PASEP.

Por atividade, os dados do comércio varejista do estado emsetembro de 2019, quando comparados aos de setembro de 2018, revelam que seisdos oito segmentos que compõem o indicador do volume de vendas registraramcomportamento positivo: Equipamentos e materiais para escritório, informática ecomunicação (14,3%), Combustíveis e lubrificantes (9,6%), Móveis eeletrodomésticos (6,3%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,9%),Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (3,4%)e Tecidos, vestuário e calçados (2,7%). Nos demais segmentos, as variaçõesforam negativas: Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas efumo (-3,9%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-34,3%). Confira aanálise aqui.
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