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Setor florestal gera 200 mil empregos na Bahia

Setor florestal gera 200 mil empregos na Bahia

21/11/2019 14h13 Atualizada há 7 anos atrás
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Setor florestal gera 200 mil empregos na Bahia


SDE e ABAF estão construindo uma agenda positiva parapotencializar o segmento

O setor florestal na Bahia, responsável pela produção eprocessamento de madeira para papel, celulose, entre outros produtos, investiuR$ 1 bilhão em 2018, com crescimento de 16% em relação ao ano anterior. OProduto Interno Bruto (PIB) alcançou R$ 14,2 bilhões, correspondendo a 5% doPIB estadual no ano passado. O setor de base florestal gera mais de 200 milempregos, em mais de 150 municípios do interior da Bahia. Para dinamizar aindamais o segmento, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) estáconstruindo uma agenda positiva com produtores e empresas do ramo,representados pela Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF).


“O setor florestal abastece importantes segmentos daeconomia baiana que precisam de madeira nos seus processos produtivos, aexemplo da construção civil, indústria de papel e celulose e agronegócios. Alémdisso, exerce papel fundamental no equilíbrio do clima e na regulação do fluxohídrico”, afirma o chefe de Gabinete, Luiz Gugé.

Já Andreas Birmoser, presidente da Veracel, acredita que aabertura para o diálogo é essencial para o setor privado e, esse trabalho, deparceria das empresas com o governo, é a maneira mais diligente para conseguirsuperar desafios e os problemas que as empresas encontram no dia a dia. “Esseespaço será a maneira mais eficaz de alcançarmos os objetivos e melhorarmos aprodutividade do setor, que é tão relevante para o estado”, afirma.

Para Mariana Lisbôa, gerente Executiva de RelaçõesCoorporativas da Suzano, a ampliação da parceria com o estado e a transferênciadessa relação são fundamentais, pois além de garantir a permanência do negóciona Bahia, permitirão a implementação e acréscimo de atividades do setor. “Asquestões ambientais são muito relevantes e merecem atenção do governo e dasempresas”, diz.

“O que nós defendemos é que a Bahia precisa crescer edesconcentrar seu desenvolvimento; e nosso setor representa uma oportunidadepara isso. As respostas podem ser rápidas e há determinadas áreas ondeencontramos alguns entraves e eles podem ser solucionados no âmbito dasentidades do Governo da Bahia. Nosso setor é organizado e sabe os caminhos quetêm que trilhar, sabe a viabilidade de fazer pedidos que sejam mensuráveis eadequados à realidade do nosso estado e é isso que nos entusiasma a começaresse trabalho”, afirma Wilson Andrade, diretor Executivo da ABAF.

Agenda Positiva

Segundo Laís Maciel, diretora de Interiorização doDesenvolvimento da SDE, o governo pretende fomentar e articular principaispontos que vão permitir que o segmento continue se desenvolvendo, ampliando acadeia produtiva e gerando ainda mais desenvolvimento e emprego para o estado.

O diretor geral da Bracell, Guilherme Araújo, acredita que aaproximação do setor privado e governo é importante para chegar a soluções quemantenham o crescimento e desenvolvimento do setor e impacte de forma positivatanto para comunidade local, quanto para o estado e o país. Já Carlos HenriqueTemporal, Relações Institucionais da Ferbasa, diz que a agenda positiva járepresenta um marco importante.

Foto: Ascom/SDE.
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