No domingo, 10, o vereador dePaulo Afonso, Mário Galinho, teve uma atitude no mínimo inoportuna. Ele,segundo informações veiculadas na imprensa, teria invadido o Hospital Covid-19 dacidade durante a noite.
As postagens da ação aindaforam postadas pelo mesmo em suas redes sociais e agora poderão ser usadas contrao mesmo em processo a ser movido pelo município.
Segundo o Procurador, Igor Montalvão,em entrevista a uma rádio local, ele informou que “é conferido o direitofiscalizar” do vereador o poder executivo. Mas ele faz uma ressalva para aatual situação. “Numa situação pandêmica de crise sanitária, há restrições a direitos”.Isto acontece quando a saúde pública é colocada em risco. E este seria o caso.
Ao entrar sem autorização, Galinho,correu o risco de ser contaminado e colocou os profissionais da saúde, também,em situação de possível contaminação, já que não usou equipamentos adequadospara poder estar dentro da unidade.
“Não há direito absoluto noordenamento jurídico brasileiro. A partir do momento que ele passa do seudireito e ele começa a violar um direito de toda a coletividade, do interessepúblico, ele comete o abuso do direito”, disse Igor Montalvão.
Galinho se notabilizou nos ultimos anos por sua participação públicas em redes sociais. Talvez ele não tenha ainda entendido que "tudo tem um limite". E ele ultrapassou um agora.