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Agendha fará Seminário Estação Ecológica Raso da Catarina

Agendha fará Seminário Estação Ecológica Raso da Catarina

08/06/2021 10h22 Atualizada há 5 anos atrás
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Agendha fará Seminário Estação Ecológica Raso da Catarina

 

Para ampliar o conhecimento sobre as atuais condiçõesagroecológicas e socioambientais dos diferentes Agroecossistemas Familiares edo entorno da ESEC, a AGENDHA convida todas as entidades parceiras e imprensaem geral, para o Seminário de Apresentação das Diretrizes e Estratégias para aRecuperação das Áreas Degradadas na Estação Ecológica Raso da Catarina.

O evento, na modalidade virtual, acontecerá dia 10/06, das14h às 18h, com transmissão ao vivo pelo MEET. Na oportunidade, seráapresentado o PRAD (Plano de Recuperação das Áreas Degradadas) da ESTAÇÃOECOLÓGICA RASO DA CATARINA e o Viveiro de Mudas, com 51 metros de cumprimento,que foi implantado na Unidade Produtiva da AGENDHA, localizado no Recanto daSolidariedade, espaço cedido em parceria com a Diocese de Paulo Afonso.

 

PARCEIROS

O Projeto terá duração de três anos e possui comoCoordenador, o biológico e pesquisador, Maurício Aroucha. É financiado pelo GEFTerrestres (Fundo de Desenvolvimento Global), em parceria com o FUNBIO (FundoBrasileiro para a Biodiversidade), o Banco Interamericano de Desenvolvimento eo Ministério do Meio Ambiente – Governo Federal. E, pela One Tree Planted. Temo apoio da Diocese de Paulo Afonso, na disponibilização das áreas do Recanto daSolidariedade (antiga FUNDAME) para a Implantação da Unidade Demonstrativa.

O Projeto Recuperação de Áreas Degradadas ESEC Raso daCatarina (Chamada Pública, 06/2019 - GEF Terrestre: Estratégias de conservação,restauração e manejo para a biodiversidade), tem como propósito, implementar arecuperação no interior e entorno da Estação Ecológica Raso da Catarina.Utilizando diversos métodos, técnicas, práticas agroecológicas, socioambientaise tecnologias sociais, que serão desenvolvidas para alcançar a Recuperação de 55hectares. A mata da Pororoca, onde será aplicado o Projeto, é uma regiãoestratégica da Estação Ecológica Raso da Catarina, pela configuração dedegradação de uma vegetação referência e por se tratar da rota de migração daArara azul de lear (Anodorhynchus leari), que se encontra na condição deespécie em perigo. Como uma das ações imprescindíveis para o alcance dosobjetivos, serão produzidas 110.000 mudas de plantas nativas na ESEC e daAgrobiodiversidade de PCTAFs (Povos e Comunidades Tradicionais, Extrativistas eda Agricultura Familiar), e, 40 mil mudas para reflorestamento das comunidadesdo entorno da UC (Unidade de Conservação). O viveiro em aço galvanizado, possuicobertura em malha anti-insetos, uma geração inovadora que combina o bloqueiofísico e óptico contra ataques, câmera higienizadora, e será uma dasreferências em produção de mudas orgânicas da Caatinga para o Nordeste.

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