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A radicalização da imprensa brasileira precisa ser discutida

A radicalização da imprensa brasileira precisa ser discutida

16/11/2021 07h01 Atualizada há 5 anos atrás
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A radicalização da imprensa brasileira precisa ser discutida

É verdade que a chamadagrande imprensa no Brasil costuma creditar a pessoas ou grupos políticos apecha de radicais. Isto acontece quando um ou outro não falam a mesma línguaque os donos desses veículos de comunicação.

Para combater o que elesdefinem como inimigos, essa imprensa radicaliza nos textos e nas matériasexibidas nos telejornais. Chegam a transformas barquinhos em grandes iates, somtrês em um em aparelhagem a ser utilizada em evento como o Rock In Rio. E tudoisto bem embrulhado para que boa parte da população brasileira compre como sefosse à verdade.

Nunca antes na história doBrasil um conglomerado de comunicação transmitiu prévias eleitorais de umpartido políticos, o PSDB, e escondeu o líder em todas as pesquisas ao cargo depresidente como estão fazendo e na maior naturalidade.

Como sempre em período eleitoraleles têm seus candidatos e radicalizam na exposição de suas imagens, mesmo queum Marreco mude de voz como o lobo muda de pele, mas que continua sendo umMoro.

A “grande imprensa”brasileira é a mais radical em seus objetivos. Ela é useira e vezeira na artede manipular a opinião pública e só pública o que definiu antes comoprioridade. Não há o menor constrangimento entre eles de tentar esconder averdade dos fatos. E isto é um jogo combinado como acontece em carteis dedrogas, donos de postos de combustíveis e milicianos nos bairros dominados pelomedo.

Mas a verdade se impõe deforma dura para esta imprensa radical e é preciso falar sobre ela, desnudar asua parcialidade, mostrar que o silêncio não é algo esporádico, é na verdade umprojeto de ocupação de poder. O quarto poder, mesmo já não tendo a grande forçaque teve no passado ressente, ainda tenta fazer estragos.

O presidente Luiz InácioLula da Silva, líder em todas as pesquisas eleitorais está em viagem pelaEuropa. Ele está se reunindo com lideres de vários países, construindo pontespara um possível futuro governo em 2023. Ontem, 15, foi ovacionado, aplaudidode pé pelo parlamento europeu, e se não fosse a imprensa alternativa a dar anotícia e as redes sociais para mostrar, a informação não teria chegado apopulação.

Ao se portarem como radicaisem seus projetos de poder, a grande imprensa brasileira se assemelha a gruposcomo o Talibã, Ku Klux Klan, milicianos e a máfia Italiana. Para eles a verdadepublicada só vale se for a do dono da voz, que neste caso pode ser tambémentendido como o dono do teclado, da caneta, da bancada do jornal na TV e ospapagaios de piratas em suas redes sociais.

Ninguém, hoje no Brasil émais radical em suas ações na política do que a grande imprensa em calar averdade dos fatos e impor o que ela acha que deve ser dito. Hoje, essa imprensaé a mais radical no mundo em seu projeto de destruir a verdade.

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