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Estudantes de Araci trabalham na criação de protótipo não invasivo para controle glicêmico de diabéticos

Estudantes de Araci trabalham na criação de protótipo não invasivo para controle glicêmico de diabéticos

28/01/2022 07h21 Atualizada há 5 anos atrás
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Estudantes de Araci trabalham na criação de protótipo não invasivo para controle glicêmico de diabéticos

Com a finalidade de promover uma alternativa maisconfortável ao paciente diabético voltada ao automonitoramento constante deseus níveis glicêmicos, os estudantes do curso técnico de nível médio emAnálises Clínicas, do Centro Territorial de Educação Profissional (CETEP) doSisal II, localizado em Araci, estão trabalhando no projeto “Protótipo nãoinvasivo para controle glicêmico a partir do fluido salivar”. O projetoconquistou o 1º lugar na categoria “Ciências Exatas e Engenharia” e venceu ascategorias “Reconhecimento Científico: Menção Honrosa" e “ReconhecimentoCientífico: Projeto Inovador”, na 9ª Feira de Ciências, Empreendedorismo eInovação da Bahia (FECIBA), realizada de forma on-line, em dezembro de2021.

A estudante Isla Santana, 17, falou da importância departicipar do projeto. “Além de desenvolver um método confortável, a ideia doprojeto surgiu também da possibilidade de conseguir ajudar as pessoasdiabéticas que não possuem uma estabilidade financeira, já que os dispositivosmais usuais de automonitoramento glicêmico costumam ter um valor um poucoelevado. Ter a oportunidade de contribuir com a Ciência e atuar em algo quetraz benefícios à saúde pública e que pode melhorar a qualidade de vida demuitas pessoas não têm preço”.

Flávio Rafael de Oliveira, 17, que também atua na pesquisa,falou sobre o diferencial do projeto. “É de extrema importância haver umaalternativa confortável e mais natural para as pessoas diabéticas e, por isso,estamos tentando dar a simplicidade de volta à vida dessas pessoas. Para mim,não existe prêmio melhor que possa dar essa contribuição à sociedade. Queremosque nosso protótipo seja democrático e que todas as pessoas que têm diabetes possamter acesso a ele. A Ciência existe para isso, para o bem da humanidade e temcomo objetivo melhorar a vida das pessoas. Poder contribuir para esse objetivoé como um presente, o melhor que eu poderia pedir”.

A orientadora Pachiele Cabral falou do alcance social doprojeto. “A pesquisa está possibilitando colocar em prática os conhecimentosadquiridos no decorrer do curso. Orientar o trabalho é uma oportunidade ímpar,por toda a sua relevância social em possibilitar qualidade de vida aosindivíduos diabéticos ao conseguirem medir seus índices glicêmicos a partir dasaliva, não havendo necessidade de furos na derme, diariamente, na coleta desangue”.

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