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Mulheres do Sertão Produtivo melhoram gestão de suas produções com auxílio das Cadernetas Agroecológicas

Mulheres do Sertão Produtivo melhoram gestão de suas produções com auxílio das Cadernetas Agroecológicas

18/09/2022 20h30 Atualizada há 4 anos atrás
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Mulheres do Sertão Produtivo melhoram gestão de suas produções com auxílio das Cadernetas Agroecológicas

As produções de ovos de galinha caipira de quintal,artesanatos, hortaliças e outros produtos da Comunidade Quilombola Vargem doSal, no município de Caetité, território Sertão Produtivo, passaram a contarcom um novo instrumento para melhorar a gestão. Com a introdução da CadernetaAgroecológica, as mulheres da comunidade estão avançando na produção a partirda sistematização dos seus trabalhos. Nesta quinta-feira (15), alguns dessesresultados foram apresentados durante a Oficina de Monitoramento das CadernetasAgroecológicas, executada pela Cootraf, com o apoio da Superintendência Baianade Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), vinculada à Secretaria deDesenvolvimento Rural (SDR).

“Observamos onde a produção está centralizada para oconsumo, para venda... A maioria está para o consumo, então percebemos como otrabalho das mulheres tem um papel importante para a segurança alimentar dasfamílias e com a produção de alimentos agroecológicos. E na oficina de hoje,analisamos os impactos da Caderneta Agroecológica, desde o momento em que as agricultorasfamiliares iniciaram as anotações. Colhemos depoimentos e trouxemos resultadosda sistematização dos dados das experiências de duas agricultoras dacomunidade, relacionadas às suas produções. Para elas foi um impacto porque nãotinham o hábito de anotar e não sabiam o quanto o trabalho delas rendia e agoraelas estão vendo”, explica Flaviane Araújo, coordenadora do projeto ATERMulher.

De acordo com Flaviane, com o trabalho de assistênciatécnica e extensão rural (ATER), que tem sido realizado na comunidade, aprodução das agricultoras teve uma quantidade maior de vendas. Para LucieneMaria, artesã do grupo Palhas de Aço, que é atendida pela ATER Mulher e produzartesanato com palha de licuri, a Caderneta proporcionou mais autonomia. “ACaderneta é de grande valia. A gente não tinha noção do quanto produzia por mêsou por ano, e hoje temos. A gente consome, vende, doa, troca... Depois daCaderneta, vimos a mudança e o quanto produzimos e consumimos. Antes, a gentedependia muito de homem, e com a caderneta a gente tem autonomia e liberdade”,reflete a artesã. A comunidade iniciou as anotações em outubro de 2021.

As produções de ovos de galinha caipira de quintal,artesanatos, hortaliças e outros produtos da Comunidade Quilombola Vargem doSal, no município de Caetité, território Sertão Produtivo, passaram a contarcom um novo instrumento para melhorar a gestão. Com a introdução da CadernetaAgroecológica, as mulheres da comunidade estão avançando na produção a partirda sistematização dos seus trabalhos. Nesta quinta-feira (15), alguns dessesresultados foram apresentados durante a Oficina de Monitoramento das CadernetasAgroecológicas, executada pela Cootraf, com o apoio da Superintendência Baianade Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), vinculada à Secretaria deDesenvolvimento Rural (SDR).

“Observamos onde a produção está centralizada para oconsumo, para venda... A maioria está para o consumo, então percebemos como otrabalho das mulheres tem um papel importante para a segurança alimentar dasfamílias e com a produção de alimentos agroecológicos. E na oficina de hoje,analisamos os impactos da Caderneta Agroecológica, desde o momento em que asagricultoras familiares iniciaram as anotações. Colhemos depoimentos etrouxemos resultados da sistematização dos dados das experiências de duas agricultorasda comunidade, relacionadas às suas produções. Para elas foi um impacto porquenão tinham o hábito de anotar e não sabiam o quanto o trabalho delas rendia eagora elas estão vendo”, explica Flaviane Araújo, coordenadora do projeto ATERMulher.

De acordo com Flaviane, com o trabalho de assistênciatécnica e extensão rural (ATER), que tem sido realizado na comunidade, aprodução das agricultoras teve uma quantidade maior de vendas. Para LucieneMaria, artesã do grupo Palhas de Aço, que é atendida pela ATER Mulher e produzartesanato com palha de licuri, a Caderneta proporcionou mais autonomia. “ACaderneta é de grande valia. A gente não tinha noção do quanto produzia por mêsou por ano, e hoje temos. A gente consome, vende, doa, troca... Depois da Caderneta,vimos a mudança e o quanto produzimos e consumimos. Antes, a gente dependiamuito de homem, e com a caderneta a gente tem autonomia e liberdade”, reflete aartesã. A comunidade iniciou as anotações em outubro de 2021.


Oficina

Durante a Oficina de Monitoramento das CadernetasAgroecológicas, as agricultoras familiares da Comunidade Quilombola Vargem doSal contaram ainda com aulas sobre manejo sanitário preventivo, com foco navacinação de aves, ministrado pela médica veterinária Jacione Bastos, quereforçou a importância da vacinação das galinhas caipiras, para evitar doençascomo abouba aviária e coriza infecciosa médica veterinária.

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