
Na Bahia, a disputa entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto deixou de ser apenas política e virou espetáculo. Enquanto o governador se apresenta como gestor que busca diálogo e resultados concretos, o ex-prefeito insiste em transformar cada aparição pública em batalha de egos. O embate não é apenas sobre quem fala mais alto, mas sobre quem consegue convencer o povo de que está realmente ao lado dele. E nesse jogo, Jerônimo tem usado a força da gestão para desmontar a narrativa oposicionista que tenta pintar a Bahia como terra arrasada.
O governador aposta em obras, investimentos e programas sociais como resposta prática às críticas. ACM Neto, por sua vez, prefere o discurso inflamado, recheado de frases de efeito, mas vazio de soluções. A guerra de narrativas escancara uma diferença fundamental com Jerônimo falando com o trabalhador, enquanto a oposição insiste em falar para os salões da elite. Essa escolha não é casual. É estratégia. E até agora, tem funcionado para manter o governo próximo da base popular.
A guerra de narrativas, portanto, não é apenas entre dois nomes. É entre duas visões de Bahia. De um lado, o discurso vazio que tenta manter privilégios intactos. Do outro, um governo que, mesmo sob ataques, insiste em colocar o trabalhador no centro da agenda. E se a política baiana virou ringue, Jerônimo tem mostrado que não basta gritar mais alto, é preciso entregar resultados. ACM Neto pode até tentar vender espetáculo, mas quem vive a realidade sabe que promessa não enche prato nem paga aluguel.
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