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Wagner solta o verbo e diz que, “obra é futuro, crítica é inveja”

A defesa de Wagner não é apenas técnica, mas também política

12/06/2026 às 07h55
Por: Redação
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Wagner solta o verbo e diz que, “obra é futuro, crítica é inveja”

O ex-governador da Bahia e atual senador Jaques Wagner voltou ao centro do debate político ao defender a continuidade das grandes obras do estado e atacar duramente os opositores que questionam sua viabilidade. Em discurso firme, Wagner afirmou que projetos como a Ponte Salvador-Itaparica não são delírios, mas investimentos estratégicos para o desenvolvimento da Bahia. A fala foi interpretada como um recado direto à oposição, que insiste em apontar riscos financeiros e falta de planejamento.

A defesa de Wagner não é apenas técnica, mas também política. Ele relembrou que obras estruturantes sempre enfrentaram resistência inicial, mas se tornaram marcos de transformação. Citou exemplos de projetos que, à época, foram taxados de inviáveis e hoje são fundamentais para a economia baiana. Para o senador, a crítica dos adversários não passa de tentativa de minar a credibilidade do governo estadual e impedir que o PT mantenha protagonismo no estado.

Do outro lado, opositores acusam Wagner de usar a obra como palanque eleitoral e de ignorar os impactos fiscais. Argumentam que o custo bilionário da ponte poderia ser direcionado para áreas mais urgentes, como saúde e educação. A disputa, portanto, não é apenas sobre concreto e aço, mas sobre narrativa política, quem consegue convencer a população de que está defendendo o futuro da Bahia.

O embate expõe mais uma vez a polarização que domina a política baiana. Wagner aposta na imagem de estadista que pensa grande e projeta o estado para o futuro. A oposição insiste em pintar o projeto como megalomania. No meio dessa guerra de discursos, a população observa e se pergunta, a ponte será símbolo de progresso ou mais uma obra que nunca sai do papel?

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