Para mim, o problema é dequalidade técnica e moral de muitos deles. A técnica porque para o futeboleuropeu cada um desses se encaixa dentro do padrão dos times. São peças que sesomam ao conjunto, e separadamente, ou ajuntadas em uma selação, não servem anenhum objetivo. Eu quero falar de um “Monstro”, que foi consagrado nas vozesde alguns locutores. Que sabe-se lá que amizade têm com os empresários do ditocujo. Davi Luiz, que dizem ter custado os olhos da cara ao clube que defende. Duranteos jogos em que esteve no elenco, de cada 10 bolas que chegavam a ele, oito erampassava ao goleiro Júlio Cesar. Era como se dissesse, “se vira ai. Isto não mepertence”. E o pobre do goleiro tinha que, invariavelmente, rifar a bola.
E assim eram 9 dos 11 titularesque estavam em campo a cada partida da seleção brasileira. Eles não sabiam oque fazer com a bola. Talvez em seus clubes eles cumpram um papel. Na seleçãoeles não tinham espaço nem para gandula. Retiro disto o Júlio Cesar e o Neymar.Este segundo dispensa apresentação e fez o seu trabalho corretamente. Valeu aconvocação até ser alijado por um criminoso.
Terminada a Copa das Copas, osério seria ter permanecido o Felipão, que precisa se reciclar, mas que tinha oapoio da maioria da população. Isto não aconteceu, como vimos. Entrou duasnovas figuras. Na verdade um já manjada, o Dunga. A outra o Gilmar. Que segundoas notícias estão envolvidos com empresários de jogadores. Pelo que entendi, asconvocações vão ser feitas através do critério empresarial e não futebolístico.E aí está a questão Moral, ou melhor, imoral do fim do futebol arte. Já paraquem tem vergonha, os jogadores que atuam no Brasil deveriam ter, não aceitemas convocações, pois vão servir apenas para tapar buraco até a próximaconvocação para a Copa de 2018. Vocês não estarão na lista que irá para aRussia.
Dimas Roque