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Programa prevê economia de R$ 13 milhões com o compartilhamento de serviços entre os órgãos do CAB.

Programa prevê economia de R$ 13 milhões com o compartilhamento de serviços entre os órgãos do CAB.

26/05/2017 09h49 Atualizada há 9 anos atrás
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Ao invés de cada órgãocontratar serviços individualmente, a Central vai reunir e fornecer serviços devigilância, limpeza, manutenção, jardinagem, transporte e outros. O projeto foiinspirado em centrais de serviços compartilhados que já são utilizadas porgrandes corporações do setor público e privado como a Petrobras, a empresa Valee a Fiocruz.
A Central de Serviços foiapresentada para os diretores gerais, diretores administrativos e coordenadoresde serviços gerais dos órgãos públicos localizados no CAB. A superintendente deRecursos Logísticos da Saeb, Jerusa Marins, explicou para os gestores como vaifuncionar a unidade de serviços compartilhados.
A unidade de serviçoscompartilhados será dividida em quatro áreas de atuação: Central de Frota,Vigilância e Segurança Integrada, Serviços Terceirizados Residentes e ServiçosTerceirizados não Residentes. Parte dos serviços será contratada, vialicitação, por intermédio de empresa terceirizada.
A Central de Serviços atenderáum total de 29 órgãos públicos pertencentes ao Poder Executivo. As unidades daadministração estadual estão distribuídas em 19 prédios, todos localizados no CentroAdministrativo da Bahia.
Central de Frota
A Central de Frota concentrarátodos os veículos que vão prestar serviços administrativos aos órgãos do CAB.Toda vez que um servidor precisar se deslocar a trabalho será solicitado umveículo com motorista para transportá-lo. O Estado vai pagar apenas pelotransporte, de acordo com a quilometragem percorrida. Os Servidores que foremse deslocar para o mesmo local vão compartilhar o mesmo veículo.
O Estado não vai comprar maisveículos, que serão da empresa terceirizada, assim, não precisará gastar commanutenção, seguro, combustível e outros custos relativos. O número de carrosserá reduzido consideravelmente, porque um mesmo automóvel será utilizado porvários órgãos.
Atualmente, cada órgão públicopossui sua frota, mas os veículos só são utilizados quando necessário. Assim, ocusto para manter os carros é alto e os automóveis ficam ociosos durante partedo dia. A implantação desse projeto torna-se possível em função dos órgãospúblicos estarem próximos fisicamente, todos reunidos no CAB.
Terceirizados
Os serviços terceirizados nãoresidentes (manutenção predial, limpeza, jardinagem, conservação e limpeza)também vão ser compartilhados entre as unidades públicas do CAB. O sistema éparecido com o da frota. Atualmente cada órgão possui seus própriosjardineiros, eletricistas, encanador, auxiliar de serviços gerais e outros. Coma Central, os profissionais não ficarão lotados nos órgãos, vão ser chamadosapenas quando houver necessidade para executar um serviço.
Os serviços de Vigilância e aSegurança também serão compartilhados para otimizar a gestão. Além de rondaspartilhadas entre os órgãos do CAB, o novo plano de segurança prevê o uso detecnologia, a exemplo do monitoramento eletrônico e da utilização de alarmesnos prédios. Também planeja a intensificar a utilização da Polícia Militar nasáreas externas.
Esse modelo foi desenvolvidoem parceria com o Centro de Operações e Inteligência de Segurança Pública 2 deJulho (COI), que funciona no Centro Administrativo. As imagens das câmeras quevão monitorar os prédios e as áreas externas do CAB serão interligadas à centralde monitoramento do COI.
Os serviços terceirizadosresidentes são aqueles que os postos de trabalho precisam ser fixos, comoportaria, recepção, ascensoristas, telefonistas e almoxarifados. A concentraçãodas contratações dos terceirizados na Central de Serviços vai diminuir oscustos em função da economia de escala, modalidade pela qual as compras feitas emmaiores volumes conseguem preços melhores.

Outra economia será geradaporque a Central vai acabar com a duplicidade de áreas de apoio dassecretarias. Ao invés de cada secretaria possuir um setor para controlar egerenciar os contratos, apenas uma unidade situada na Central vai fazer ocontrole. Os contratos de mão de obra terceirizada vão, ainda, ser controladospor indicadores de qualidade estabelecidos por cada órgão. As empresas serãoobrigadas a cumprir os indicadores para não serem notificadas e terem valoresglosados.
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