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Quadrilhas sofreram grandes desfalque com apreensões de drogas e armas.

Quadrilhas sofreram grandes desfalque com apreensões de drogas e armas.

28/12/2017 07h28 Atualizada há 9 anos atrás
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Quadrilhas sofreram grandes desfalque com apreensões de drogas e armas.

Na Bahia, os Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) –homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte – também tiveram quedaem comparação com o ano passado. Enquanto 2016 foram contabilizadas 6.563mortes, este ano, no estado, o índice baixou para 6.200, representando apreservação de 363 vidas. O maior destaque foi registrado no interior doestado, onde os crimes violentos tiveram baixa de 8,8%. A RMS também teve quedade 1,3%.

“Essa foi a nossa principal meta para 2017, reduzir osíndices de crimes violentos no interior do estado e na RMS, regiões que no anopassado fecharam em alta”, afirmou o secretário da Segurança Pública, MaurícioTeles Barbosa. Em Salvador, que apresentou reduções consecutivas nos últimosanos, o índice de CVLI foi considerado estável, sendo registrado um acréscimode 2,77%, 37 casos a mais que o ano passado.


Segundo o secretário, o grande desafio continua sendo ocombate à atuação das quadrilhas de tráfico de drogas, principais responsáveispor cerca de 70% dos CVLIs cometidos no estado. “Enquanto o Brasil não tiver umPlano Nacional de Segurança Pública que combata na nascente a entrada de drogase armas no país, as quadrilhas vão continuar tendo as inserções que têm hoje emtodos os estados federativos”, destacou.

Mais de 16 toneladas de drogas apreendidas, aumento de 285%no número de fuzis retirados das ruas, entre outras armas de grosso calibre,foram resultados da intensificação das ações integradas das polícias Militar eCivil.

Muitas delas também tiveram a participação efetiva dasPolícias Federal e Rodoviária Federal. A Força-Tarefa da SSP e aSuperintendência de Inteligência, segundo o titular da SSP, também tiverampapéis predominantes para o alcance dos índices.

O ano também teve mantido em alta o número de presos emflagrantes – 20.710 no total - e de cumprimento de mandados de prisão, 3.998casos. “O caminho para 2018 é ampliarmos as ações integradas, com troca deinformações, e continuarmos transformando o modo de agir da polícia baiana”,concluiu Barbosa.
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