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Zé Dirceu: Perdemos a batalha não a guerra, que será popular e longa.

Zé Dirceu: Perdemos a batalha não a guerra, que será popular e longa.

24/01/2018 21h05 Atualizada há 9 anos atrás
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Zé Dirceu: Perdemos a batalha não a guerra, que será popular e longa.
Foto: Ricardo Stuckert

Os Patetas se ativeram, em boaparte dos seus votos, a defender o indefensável, o juiz da primeira instânciaSérgio Moro. Fizeram o trabalho que lhes foi designado. Não fizeram nada menosdo que estavam dispostos a fazer.

Terminada a encenação, o quevimos foi uma pequena parcela da sociedade solidaria a decisão. Poucos saíram àsruas para comemorar, muitos estiveram nas ruas para protestar.
De São Paulo veio o grito do GuilhermeBoulos do MTST, “nós vamos marchar até a Paulista”. E ainda avisou que adecisão tomada pelo TRF4 só aproximou ainda mais a esquerda brasileira. O que podiaser visto no Trio Elétrico onde estavam os principais partidos e lideranças políticasdo Brasil.

Com uma fala que serviu paraacalmar os ânimos, a Presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, não deixou de enfatizarque se eles acharam que vão calar a massa, estão enganados. Ela convocou apopulação a criar comitês de resistência em todas as cidades brasileiras.
“Nas Ruas”. Essa convocaçãofoi a mais ouvida nas falas, em vídeos e nas redes sociais. Parece que mexeram mesmocom o formigueiro.

O ex-ministro Zé Dirceu tambémse manifestou. Ele que cunhou o dia de hoje como o Dia Da Revolta, disse queestá, “indignado, mas esperançoso. Só crescerá o apoio a Lula. Perdemos abatalha não a guerra, que será popular e longa”.


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